Como usar
Digite qualquer número inteiro até 999 trilhões e veja a escrita por extenso na hora, sem precisar apertar nenhum botão. Ative o modo valor em reais para converter quantias em dinheiro, útil para preencher cheques, recibos, contratos e outros documentos oficiais. O modo reais separa a parte inteira dos centavos e escreve as duas por extenso, ligadas por “e”.
Regras que a ferramenta aplica
A escrita por extenso em português tem várias armadilhas. “Mil” nunca vem com “um” na frente: é “mil”, não “um mil” (só “um milhão” leva o “um”). “Cem” vale para o número exato 100; de 101 a 199 usa-se “cento”, como em “cento e cinquenta”. Existe também a concordância de “milhão” e “milhões”, de “bilhão” e “bilhões”, e a posição do conector “e”, que liga centenas, dezenas e unidades. A ferramenta aplica todas essas regras da norma culta automaticamente, sem que você precise decorar nada. Anos seguem a mesma leitura de qualquer outro número: 2026 vira “dois mil e vinte e seis”, nunca “vinte e vinte e seis”.
Usos comuns
Documentos jurídicos e financeiros pedem valor por extenso para evitar fraude e ambiguidade: um número escrito em algarismos pode ser alterado com um traço de caneta, mas por extenso fica bem mais difícil. Os casos mais comuns são cheques, contratos de aluguel, notas promissórias, recibos e procurações. Concursos públicos e provas de português também cobram a escrita por extenso, principalmente as regras de “cem” e “cento” e a posição do conector “e”. Boletos e notas fiscais às vezes exigem o valor por extenso como campo separado do valor numérico, e qualquer divergência entre os dois pode travar o pagamento no banco. Sorteios de loteria e editais de licitação também costumam publicar valores por extenso ao lado do número, exatamente para fechar essa brecha.