Como usar o conversor
Digite um número entre 1 e 3999 no campo de número para ver o equivalente em algarismos romanos. Ou cole um romano válido no segundo campo e veja seu valor em número. Os dois campos se sincronizam em tempo real — toda mudança aparece instantaneamente no outro.
As 3 regras dos números romanos
Os romanos construíram seu sistema com sete símbolos: I (1), V (5), X (10), L (50), C (100), D (500), M (1000). Cada um tem um valor fixo que se repetem conforme o número cresce.
Nenhum símbolo pode aparecer mais de três vezes seguidas. Isso quer dizer que 4 não é IIII, mas IV — usa-se a subtração. Quando um símbolo menor fica imediatamente antes de um maior, subtrai-se seu valor. IV é 5 − 1 = 4, e XL segue a mesma lógica: 50 − 10 = 40.
Apenas alguns pares funcionam na subtração: I pode vir antes de V e X para formar 4 e 9. O mesmo vale para X antes de L e C, e para C antes de D e M. Nunca você escreve IL para 49 — a forma correta é XLIX (40 + 9). Relógios antigos às vezes burlam a regra e escrevem IIII no lugar de IV por questões estéticas, mas a notação canônica não permite isso.
Onde ainda usamos romanos
Séculos e milênios continuam em romano: estamos no século XXI, a Segunda Guerra durou de 1939 a 1945 mas também é escrita como MCMXXXIX a MCMXLV. Capítulos de livros e atos de peças de teatro carregam números romanos na frente. Em filmes de ficção científica, frequentemente os anos aparecem em romano nos créditos finais.
Relógios de parede analógicos mais sofisticados ainda marcam as horas com símbolos romanos. Papas usam numeração romana há séculos: vivemos o pontificado de Francisco, mas entre os antecessores estão Paulo VI e João XXIII. Até numeração de páginas de prefácio em livros de capa dura costuma ser em romano, mudando para número arábico no corpo do livro.